Aqui iremos compartilhar histórias, fotos e vídeos de momentos vividos em Gameleira, mais precisamente, na casa de D. Nurbia.


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sábado, 5 de junho de 2010

O "QUASE" ACAMPAMENTO

Sinso relembra:

Certa feita, eu, Adel , Zeco  e Chinho resolvemos passar um carnaval diferente – isso significava não ir para Gameleira. Todos os anos, nosso carnaval resumia-se em: namorar, beber, comer, cantar, beber, dormir, beber, namorar e voltar a comer – se lembrássemos disso...

Então ficamos pensando no que poderíamos fazer de diferente (regados com uma cervejinha, claro!). Após muito pensar, eis que alguém gritou:
- Ah! Tive uma idéia! Vamos fazer um acampamento, não, melhor: vamos fazer um acampamento monstro! Porém com a condição de não ser na ilha.
MARAVILHA, beleza... todos nós apoiamos.
Colocamos mãos a obra. Tínhamos muitas coisas para planejar, elaborar planilhas de custos, transportes  e o mais importante: onde seria esse inesquecível,  monstruoso  e mega evento. Claro que tivemos que marcar uma reunião, para marcarmos as datas das futuras reuniões ( situação meio complicada para explicar às digníssimas  da época, porque essas reuniões sempre eram em algum barzinho, a base de alguma coisa), onde iríamos dar corpo ao grande acampamento. 
A primeira reunião foi pra decidir o local do acampamento. Alguém escolheu a Ponta de Nossa Senhora - que fica fora da ilha, logo depois da Ponte do Funil, lado esquerdo de quem vai. É uma praia linda, em frente à Caixa Pregos.  Acho que foi Adel ... ou zeco (não lembro que deu essa idéia). Nas outras reuniões (e foram muitas!), ficou decidido que usaríamos um carro, só pra carregar os alimentos e as bebidas; outro carro, pra levar as barracas e um terceiro carro, pra levar a turma. Pronto, mais um ponto resolvido!

O resto foi fácil: as compras , a arrumação dos carros, a data da saída. Iríamos viajar no sábado de carnaval, mas, por via das dúvidas, resolvemos ir logo na sexta-feira à noite, pernoitar em Gameleira e seguirmos viagem no sábado bem cedo. Não sabíamos que esse seria o nosso grande erro. A Gameleira tava cheia, a turma já tava toda lá e foram ver a nossa chegada (e olhe que chegamos com a maior discrição). Colocamos os carros na casa de Zeco e, como era noite, alguém teve a porra de uma idéia: pegar uma caixa de cerveja e uns tira gostos  do estoque do acampamento, e, tipo uma despedida, tomarmos uma.
Bom, acho que não preciso falar mais nada do que aconteceu.
Essa ”despedida” só acabou na quarta-feira de cinzas.
Conclusão: tanta reunião... tanto planejamento... e passamos o Carnaval em Gameleira.   

Sinso
 

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